sábado, 26 de dezembro de 2015

Ideia lamechas

Não acredito no destino, mas sempre acreditei em finais felizes. Sempre tive tendência a acreditar que algures há algo melhor à minha espera.

Tenho esta ideia lamechas de que cada um deve tem o seu "encaixe", mais ou menos à medida. A história das almas gémeas está gasta e não tem piada (pelo menos para mim). Talvez sejamos mesmo como as peças de um puzzle, com um recorte aqui e ali. Há quem encaixe e acabe por estar errado e há-de haver, por fim, o que encaixa e fica sem um prazo de validade.

Para mim ainda não chegou essa peça, para mim os outros encaixes são complicados de confiar. Mas pode ser que esteja a chegar? Estou aqui, em espera. Estou aqui, sem pressa. Estou aqui e a peça do puzzle que encaixa em mim há-de andar por aí.

M

domingo, 1 de novembro de 2015

Depois desisto

"(...) E eu, que não acredito na perfeição nem gosto da palavra, pouco mais faço actualmente do que adivinhar a saudade. É por isso que estou à espera que o Amor me bata à porta um dia qualquer. No máximo até aos meus oitenta anos de vida. Depois desisto."

From http://naocompreendoasmulheres.blogspot.pt/2015/10/coisas-que-fascinam-194.html

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Pode ser

Ao som disto,
 
escrevi isto:
 
Nó no estômago. Porque sou sempre a que vai embora. Porque sou sempre a que não quer causar estragos e recua.
Gostar é fácil, o difícil é ficar depois de ter chegado. O difícil é deixar de querer quando já se quer. Na hora de decidir caio sempre para o mesmo lado: o lado do "adeus, estou aqui sempre que precisares mas agora tenho que ir embora antes que seja tarde demais".
Já falta pouco para sair daqui e poder mudar isto. Aqui tenho demasiadas memórias de todas as histórias do quase que acabaram no nada. Pode ser que fora daqui seja melhor que isso. Pode ser que fora daqui me preencha em vez de me sentir entregue a mim. Pode ser.
 
M

domingo, 5 de julho de 2015

À Procura

À procura. Reina a dúvida sobre o que é, mas sei que estou nesse mesmo caminho, sei que não sei o que esperar, mas espero.

Eis a minha verdade: eu espero. Pelo que for, pelo tempo que for. Espero na esperança que algures no tempo faça sentido e, mais que tudo, espero na esperança que valha a pena.

Sei que sinto, provavelmente, mais do que devia. 
Penso, certamente, mais do que devia. 
Escrevo, claramente, mais do que sei.

E é isto que me passa pela cabeça no final de um fim-de-semana aleatório, sentada no sofá a divagar com os livros a "olharem" para mim.


M

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Quote number #

"The good memories... those are the ones that hurt the most"



Frases soltas que se ouvem por aí.


M

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Porque volto sempre

"All of the things that we once said Are not in my heart They're in my head"

Histórias de quem fui, histórias de quem sou, eram tudo o que sabia escrever. Mas perde-se o tempo, aumenta-se a distância e tudo muda.

"A change of a heart, a twist of fate Couldn't fix it, it's too late"

As histórias que tenho agora, já não são minhas para contar. Escrevi muitas delas, mas não lhes sei pôr os pontos nos i's para chegar ao final. Talvez porque queria que não fosse como é ou como foi. Por muito que mude as palavras, por muito que mude o texto, a moral vai ser sempre a mesma.

"That was then and this is now"

Olho em frente e não tenho medo de continuar, mas deixei muitos capítulos por fechar e, às vezes, isso pesa. Por isso volto aqui, volto a estes apontamentos e relembro o que fui e redescubro quem sou. Volto a escrever, não vá precisar, novamente, de me vir recordar de qualquer coisa.

"I always knew you had a heavy heart"

E, depois, volto a ir embora sabendo que hei-de voltar, porque volto sempre.


M

domingo, 29 de março de 2015

Outra frase solta

"quando me predisponho a amar alguém, então amo para a vida, seja de que maneira for."

Outra frase solta que apanhei, outra frase solta com que me identifico totalmente e que nem sempre sei se é uma virtude ou um defeito.
M

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

quote number ?

"Nunca mais nada vai ser igual, porque os olhos passam a ter outra forma de ver."



M

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Excerto tirado do baú

(...) Apoiei-te demasiado em assuntos do coração, na maioria das vezes depois de to terem partido. Tem a sua graça que tenhas sido tu a partir o meu e não tenhas ficado para ver como é que eu, que tanto sabia quanto a reparar os estragos que te fizeram, conseguia reparar os meus.
Convenci-me que o tinha feito, passaram anos e já não me fazes ir a correr cada vez que o telefone toca. Nem sei onde foste parar ou como a tua história seguiu, o teu caminho ficou tão longe do meu... Acho que hoje nada era capaz de me conduzir a ti.
Ainda assim, deixa-me que te diga que deixaste a tua marca, nunca mais me apaixonei. (...)
 
M