sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Excerto tirado do baú

(...) Apoiei-te demasiado em assuntos do coração, na maioria das vezes depois de to terem partido. Tem a sua graça que tenhas sido tu a partir o meu e não tenhas ficado para ver como é que eu, que tanto sabia quanto a reparar os estragos que te fizeram, conseguia reparar os meus.
Convenci-me que o tinha feito, passaram anos e já não me fazes ir a correr cada vez que o telefone toca. Nem sei onde foste parar ou como a tua história seguiu, o teu caminho ficou tão longe do meu... Acho que hoje nada era capaz de me conduzir a ti.
Ainda assim, deixa-me que te diga que deixaste a tua marca, nunca mais me apaixonei. (...)
 
M

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